Parque das Nações, Lisboa - O que precisa conhecer...

Parque das Nações, Lisboa

O Parque das Nações é a zona mais recente de Lisboa. Toda esta nova área do Parque das Nações esteve na génese da Exposição Mundial de 1998. Este evento, que de certa forma catapultou definitivamente Portugal para a modernidade, o que haveria de transformar indelevelmente Lisboa, criando uma nova centralidade e uma zona que é, ela própria, uma nova cidade em plena LIsboa.

O território do Parque das Nações, antigamente dividido por três freguesias dos concelhos de Lisboa e de Loures, ganhou identidade administrativa própria na reforma administrativa de Lisboa de 2012. Foi nessa altura que surgiu a nova freguesia do Parque das Nações, que abarcou num território único toda a zona de intervenção da Expo e alguns territórios adjacentes. Após 1998, toda a zona evoluiu para uma excelente zona residencial dotada de magníficas infraestruturas, dotada de uma grande oferta cultural, com instituições próprias, serviços muito abrangentes e uma oferta comercial de qualidade.

Quem conheceu os terrenos da Expo 98 antes da intervenção sabe que se tratou, antes de mais, de recuperar e dar uma nova vida a uma zona que tinha enormes problemas ambientais e paisagísticos e se tornou num ícone da cidade de Lisboa e num exemplo mundial de reabilitação urbana. A Expo 98 e a sua transformação em Parque das Nações são exemplo de como um evento pode ser aproveitado para criar uma área urbana de elevada qualidade. Por todas as razões que se possam imaginar, a qualidade de vida dos residentes no Parque da Nações é excelente e certamente ao nível das cidades mais desenvolvidas do mundo e dos seus melhores bairros. Quem procura qualidade de vida pensa desde logo na segurança. Sendo certo que Lisboa é considerada a capital mais segura da Europa, em conjunto com Helsínquia, e que o crime violento é praticamente inexistente na capital portuguesa, é de salientar que o Parque das Nações é o bairro mais seguro de Lisboa. A criminalidade no Parque das Nações será assim completamente residual o que torna o bairro num local de eleição para viver e fruir os momentos de lazer e relaxamento.

Como é sabido, a Expo 98 celebrou os oceanos e a epopeia que os portugueses levaram a cabo. Naturalmente que uma realização que foi dedicada aos oceanos não iria certamente desprezar as águas do Tejo. Assim, todo o Parque das Nações foi pensado e desenvolvido numa perfeita comunhão com as águas do rio. O Parque e o Tejo abraçam-se mutuamente, numa relação de mútuo respeito que se traduz num dos mais impressionantes espaços de lazer junto a rios, propicio à prática das mais variadas atividades, desde o simples jogging ou passeios de bicicleta ou patins nas margens, até à vela e outros desportos náuticos nas águas do mar da palha. Esta proximidade e comunhão como rio permitem também que no Parque das Nações exista uma marina moderna com cerca de 600 postos de amarração para embarcações de recreio e condições para a realização de importantes prova desportivas náuticas. A mesma marina permite o acolhimento de embarcações de maiores dimensões, nomeadamente cruzeiros ou embarcações históricas. Esta marina constitui também uma porta para uma zona natural protegida, o estuário do Tejo, que pode ser explorada em todas as suas vertentes, fauna e flora, a partir do Parque das Nações.

A história de Portugal e dos descobrimentos está bem patente também na toponímia do Parque das Nações. Os nomes das ruas são dedicados a navegadores, territórios e personagens que de alguma forma se relacionam com o mar e com os descobrimentos portugueses. Referindo questões de caráter mais prático e mais importantes para as pessoas que pretendem fixar a sua residência em Lisboa, nomeadamente no Parque das Nações, refira-se que esta é uma zona totalmente renovada, desde as habitações às infraestruturas. A qualidade foi a grande aposta que esteva sempre subjacente a esta renovação. Apesar de a história estar sempre presente, a modernidade é a palavra de ordem. Poder-se-á até dizer que o Parque das Nações junta o melhor de dois mundos: a história e o património e a modernidade e o progresso.

A antiguidade paira sobre o Parque das Nações, carregando-o de história, mas a arquitetura contemporânea e todos os espaços já fazem parte do património. O Parque das Nações reúne alguns dos mais impressionantes edifícios de Portugal numa área relativamente pequena. Destacam-se neste capítulo a Torre Vasco da Gama, o edifício mais alto do país, o Pavilhão Atlântico, onde se realizam muitos dos mais importantes espetáculos, eventos desportivos e congressos de Portugal, o Oceanário de Lisboa, com a sua enorme coleção de aves, mamíferos e peixes e a Igreja de Nossa Senhora dos Navegantes, concluída em 2014. Destaque também para outros edifícios legado da Expo 98, como é o caso do Pavilhão do Conhecimento, hoje um importante museu de ciência e tecnologia, a Gare do Oriente, importante projeto do conceituado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, o Pavilhão de Portugal, da autoria de Siza Vieira e que impressiona pela enorme pala em betão apoiada nas paredes do edifício, entre muitos outros que impressionam seja pelas linhas modernas, seja pela sua arquitetura arrojada e diferente.

A localização do Parque das Nações é também de salientar pelas acessibilidades rápidas quer ao resto da cidade quer ao resto país. A Gare do Oriente reúne num só espaço vários transportes urbanos, interurbanos, regionais, inter-regionais e de alta velocidade, sejam comboios, metropolitano, autocarros ou táxis. Neste local é possível encontrar um transporte para qualquer ponto do país, para além de ligações a Espanha e França. Para quem entende viajar em viatura própria, saliente-se a proximidade com os principais eixos rodoviários. As autoestradas para norte, sul e Espanha encontram-se a escassos minutos do Parque das Nações podendo-se iniciar viagem com tranquilidade e sem ter que enfrentar o trânsito do centro. O aeroporto internacional de Lisboa está ?ao virar da esquina?, ideal para quem tem que viajar com frequência devido a negócios ou quaisquer outros motivos.

A zona do Parque das Nações está muito bem servido ao nível da oferta comercial, nomeadamente no Centro Comercial Vasco da Gama. Neste espaço encontra-se muito para além do essencial, existindo lojas das mais conhecidas e procuradas marcas. Também a restauração é abundante, com muitos motivos de interesse para os apreciadores da boa mesa. Ainda assim, para aqueles compradores mais exigentes que procuram mais exclusividade e lojas de marcas luxuosas, têm muito perto a Avenida da Liberdade, considerada a 35.ª mais cara avenida do mundo.

Quem procura um local onde estudar seja uma prioridade, encontrará também no Parque das Nações motivos mais do que suficientes para se fixar. Na área existem vários estabelecimentos que abarcam desde o ensino pré-primário até ao ensino superior, sejam eles públicos ou privados. Saliente-se aqui a existência da Escola Superior de Tecnologia da Saúde. No caso do ensino superior, mesmo que a universidade não se localize no Parque da Nações, saliente-se que a cidade universitária, sede de várias conceituadas escolas superiores, se encontra muito acessível, com muitos e bons transportes públicos O Parque das Nações está a poucos minutos de qualquer ponto da cidade. Viver no Parque das Nações tem a vantagem de poder preparar-se para o dia num local de tranquilidade e beleza em plena cidade.

Ao nível da oferta cultural, o Parque das nações será talvez o local onde a diversidade e a qualidade da oferta são maiores ou não estivéssemos a falar da zona onde se encontram o Pavilhão Atlântico, umas das maiores salas de espetáculo polivalentes de Portugal, a sede da Companhia Nacional de Bailado, no Teatro Camões e o Casino de Lisboa, onde a oferta de espetáculos é enorme. O Casino de Lisboa, para além de ser um local de jogo e de espetáculos, constitui também um espaço de glamour cosmopolita onde se cruzam as mais variadas pessoas e culturas.

O Parque das Nações é a imagem de como deviam ser todas as cidades: espaços agradáveis, em comunhão com a natureza, com infraestruturas de excelência, espaços de modernidade capazes de acolher os mais exigentes...